sábado, 27 de maio de 2017

Tecnologia… Até que ponto é benéfica?

Hoje vivemos em uma era sem precedentes na história da humanidade...A tecnologia, mais precisamente a tecnologia da comunicação e da informação, as chamadas TICs, invadiram o espaço humano e não vão sair.
Smartphones-1132x670Recebemos em nossos dispositivos uma enxurrada de informações, e isto em uma quantidade muito, mas muito maior do que possamos processar... Como consequência dessa invasão e tentativa de acompanhamento, a humanidade plugada em seus telemóveis e dispositivos eletrônicos, está cada vez mais desligada da vida real, e das pessoas que as rodeiam.
É neste ponto que as TICs se tornam nocivas à vida humana. DEUS formou o homem com uma vida e propósitos definidos...Fez o homem para relacionar-se com os outros e também para relacionar-se com o próprio DEUS.
Quando algo se interpõe ainda que sutilmente nesses propósitos, é momento de remover esse "algo". O próprio DEUS falou acerca do homem: "não é bom que o homem esteja só..."
Mas em nossos dias, a tecnologia tem isolado cada vez mais a humanidade, o indivíduo. Sob a égide da "globalização" tem seduzido e levado muitos para relações virtuais, isolando-os das relações pessoais.
16246284126_2ca7e4103a_bMuito sutil, não é mesmo? Mas entendamos que as conversações eletrônicas não podem substituir as conversas face a face... Olho no olho...
Ainda que se use o Facebook, isso é uma imitação barata do face a face.
Portanto, é necessário que voltemos ao princípio... Que retomemos nossos relacionamentos pessoais e interpessoais, dando-lhes a devida importância...
Não troquemos o que é real pelo que é ilusório...







quinta-feira, 25 de maio de 2017

A Amizade do Mundo é Inimizade contra DEUS!

Leitura Bíblia:
TG. 4:4; 1 JO. 5:19; SL. 1:1-3; MC. 16:15; MT. 7:2; 1 JO. 2:15, 16

De acordo com o texto de 1 João 5:19; 2:15,16 - o mundo "inteiro" jaz (está debaixo, sob a influência) no maligno. Em outras palavras, "tudo que é do mundo, não é do pai, é do mundo"...
Sendo assim, é necessário que caminhemos com muito cuidado nos espaços que ocupamos neste mundo... 
A empresa onde trabalhamos, não importa qual seja, é do mundo, jaz no maligno... As instituições de ensino nas quais nos movemos, jazem sob o maligno, são do mundo... Até mesmo as instituições religiosas são do maligno... A despeito do nome que assumam...

Quantos entendem isto?

Lamentavelmente, a despeito do que a Palavra de DEUS nos adverte, há muitos que mantêm um sentimento de "amizade" com as coisas do mundo... 

Só existe uma razão para que "continuemos" no lugar onde estamos (empresa, escola, etc): expandirmos o Reino de DEUS, sermos testemunhas do SENHOR JESUS, atuarmos como sal e como luz.

Qualquer outro motivo para nos envolvermos com algo deste mundo é escuso, e deve ser evitado.

Reflitamos nisto!!!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Por que DEUS se esconde (oculta)?

Leitura:

EM-ADORACAOHB. 11:6; IS. 45:15; DT. 4:29; 2 CR. 7:14; SL. 63:1; 105:4; IS. 31:1; JR. 29:13, 14; LM. 3:25; OS. 5:15; AM. 5:4; SF. 2:3; MT. 7:7; LC. 19:10; MT. 13:44-46…

"Verdadeiramente tu és o Deus que te ocultas, o Deus de Israel, o Salvador." 
(Isaías 45 : 15)

Nos textos acima encontramos repetidas vezes os verbos “esconder”, “buscar” e “procurar”..

Entendo, a partir deles, que nosso DEUS, se esconde de nós para que O busquemos, para que O procuremos… Para que empreguemos esforço e diligência em nossa busca por ELE.

Quando pensamos em “procurar algo”, é porque, certamente, isso que iremos procurar “não está tão visível”, não está “tâo patente”… Não basta uma mera “olhada”, mas é necessário uma certa diligência na busca…

Quanto perdemos algo de valor (nossa carteira com documentos, ou um só documento importante), nos empenhamos para encontrá-lo… Refazemos caminhos percorridos, indagamos, revistamos lugares… Nós procuramos, e procuramos até encontrar.

Mas, e quando pensamos ter perdido a presença do SENHOR? Ou quando não O sentimos tão próximo de nós? O que temos feito?

Como temos buscado o SENHOR? Temos buscado até encontrá-lO?

Reflitamos nisto!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Papel da Esposa segundo o Propósito de DEUS

"Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea." 
GN. 2:18.

"A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derruba."
PV. 14:1.

Resultado de imagem para padrao de esposa segundo a bíbliaDe acordo com a Palavra de DEUS, existem três ordenanças (mandamentos) a serem seguidos pela esposa:




1) Ser submissa ao seu marido, como ao próprio CRISTO

"As mulheres sejam submissas ao seu próprio maridocomo ao SENHOR; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo ELE mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido".
EF. 5:22-24. (Ler também CL. 3:18; 1 PE. 3:1-6)

A submissão relaciona-se com o princípio da autoridade delegada por DEUS e estabelecida em todas as áreas da vida humana. Ao submeter-se ao marido como ao SENHOR JESUS, está reconhecendo nele a autoridade do próprio DEUS. Rebelar-se contra o marido é estar em rebelião contra o próprio DEUS que o estabeleceu como autoridade do lar.
(RM. 13.1-2; 1 CO. 11:3).

Submeter-se ao marido, como ao Senhor, significa reconhecer nele a autoridade de Deus.

Aspectos sobre a submissão:

a. Submissão é o reconhecimento da autoridade estabelecida. Não é penas uma obediência externa, mas uma atitude interior de submissão e respeito.

b. A submissão não anula a mulher; ela proporciona as condições para que a mulher cumpra o seu papel.

c. A submissão não rebaixa a mulher, mas sim a protege. Deus é bom. Ele quer que a mulher esteja coberta e protegida sob a autoridade do marido. Não deseja que a mulher esteja sobrecarregada e nervosa, mas tranquila e feliz.

d. A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, se submeteu a Ele em tudo. A mulher não é menor, nem o homem maior. São iguais, mas em funções diferentes, segundo o plano de Deus.

e. A mulher deve ser submissa em tudo (EF. 5:24). O marido é o responsável geral por todas as áreas da vida familiar. A mulher só deve desobedecer ao marido se ele lhe der uma ordem claramente contrária à vontade de Deus, conhecida nas escrituras. Se ele quiser obrigá-la a pecar ou a deixar o Senhor, nesse caso, ela deve obedecer a Deus e não ao marido; ainda que sofra consequências (AT. 4:18-20).

f. As irmãs com maridos incrédulos devem ser submissas a eles. Devem se comportar de tal maneira que, vendo eles o comportamento delas, se convertam (1 PE. 3.1-2).

g. A submissão não implica em que a mulher não fale, não opine e não tenha influência nas decisões da família. 

Submissão não significa que a mulher  (esposa) tenha que concordar e dizer sim para tudo o que o marido fizer. Ela é sua ajudadora, pode, portanto, opinar, concordando ou discordando. Deve, contudo, sempre mostrar uma atitude de submissão ao esposo tendo a disposição de deixar as decisões finais nas mãos do marido, sem qualquer amargura ou rebelião interior se este não seguir a opinião ou conselho dela.


h. Quando uma esposa considera que seu marido (crente) está abusando da autoridade, deve falar-lhe a sós, com respeito e mansidão. Se ele não a escutar, deve falar-lhe novamente, diante de irmãos espirituais e maduros (MT. 18:15-17). Em tais casos, seguindo o conselho da Igreja (irmãos mais maduros), deve sempre obedecer o que o SENHOR ordena em Sua Palavra...

A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, submeteu-se a Ele em tudo.

2) Respeitar e dar honra ao seu marido

…e a esposa respeite (reverencie) ao marido. EF. 5:33

Respeitar (honrar ou reverenciar - em certas traduções) é ir além da obediência exterior. É manter constante atitude de sujeição e honra, na presença e na ausência do marido. O respeito é manifesto na forma de falar, tom de voz, modos e gestos. Também na maneira de atender ao marido, de escutá-lo e obedecê-lo. Implica em não depreciá-lo ou desprezá-lo; nem a sós, nem diante dos filhos e muito menos diante de outras pessoas. Jamais se deve falar mal dele para outros. A mulher é responsável por ensinar aos filhos, pelo seu exemplo, a honrar e respeitar ao pai. Não há nada que irrite tanto um homem como o desrespeito da esposa. A arrogância e a grosseria tornam a mulher indigna e vergonhosa, mas a mulher respeitosa é a alegria do marido. Ela o engrandece e o faz ser um homem honrado diante dos demais. 
(PV. 12:3; 31:10-11, 23)

A beleza que o Senhor dá valor na mulher é a interior: um espírito manso e tranquilo.

3) Ter um espírito manso e quieto (tranquilo).

"Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração,unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus".
(1 PE. 3:3-4)

A mulher casada precisa procurar manter-se bela e atraente para o seu esposo. É saudável cuidar do corpo, dos cabelos, vestir-se adequadamente. Mas, deve-se evitar exageros, roupas ou penteados e maquiagem chamativos, joias de ouro e vestidos caros. Também não devem adotar um estilo mundano de vestir. Porém, o Senhor diz que a beleza que Ele dá valor na mulher é a do coração, com um espírito manso e tranquilo. O homem vê da mesma forma: o melhor atrativo que ele pode encontrar na mulher é um espírito manso e tranquilo, doce, amável e alegre. Uma atitude inquieta comunica insegurança e falta de descanso. Mulheres intranquilas tornam-se inconvenientes, exigentes e rixosas (PV. 21:9,19). A falta de um espírito manso e tranquilo demonstra falta de fé e traz perturbação para o lar, ao invés de harmonia e confiança (1PE. 3:5-6). Que atrativo terá para o marido, uma mulher bonita, bem arrumada, porém nervosa, rixosa, briguenta, rancorosa, amargurada, queixosa e resmungona? (PV. 11:22; 31:30) Todavia, quando o marido tem uma mulher amável, seu lar  é um oásis, para onde ele quer voltar logo. Mas, se a mulher é rixosa, ele prefere ficar em qualquer outro lugar (PV. 25:24). E isso não é uma questão do temperamento, mas do caráter. Qualquer mulher, introvertida ou extrovertida, pode ser mansa e tranquila, andando no Espírito a cada dia (Gl 5.22-23).

Quanta benção e paz a mulher sábia traz para seu marido e filhos.

quarta-feira, 29 de março de 2017

O PADRÃO DE DEUS PARA O MARIDO

 

Para desempenhar seu papel, Deus deixou três mandamentos ao homem:

Amar a esposa é perder para ela ganhar, morrer para que ela viva. É sacrificar-se a si mesmo e buscar o bemestar dela.

Amar a esposa, como Cristo amou a Igreja

Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Ef 5.25.

O Senhor estabelece o mais alto padrão de amor para o marido amar a sua esposa: “como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Nada poderia ser mais elevado. É o mais alto nível de amor, entrega e renúncia. Significa perder, para a esposa ganhar, ser envergonhado, para que ela seja honrada, morrer para que ela viva. A palavra grega “amor”, que aparece em Efésios 5, é “ágape”. Refere-se ao amor de Deus. É um amor puro, sacrificial, perfeito e permanente. Esse tipo de amor está descrito em 1Co 13. Amar é ser paciente e bondoso. É não buscar seus próprios interesses. É não ser inconveniente. Amar é ser perdoador e ter domínio próprio (1Co 13.4-8). Amar é também servir, proteger, instruir, santificar. É o amor que não depende do sentimento. Esse amor envolve sacrifício em favor da esposa “(…) a si mesmo se entregou por ela”. É o negar a si mesmo, abrir mão da tranquilidade, da comodidade e do prazer, em favor da pessoa amada. Isso é amar. Foi isso que Cristo fez pela igreja.

O contrário disso é o egoísmo. O marido egoísta busca sua própria comodidade, usa a autoridade para seu próprio bem e sempre espera ser servido. Sua atitude é de “senhor”, não de “servo”. Nunca renuncia à comodidade para ajudar a mulher. Esse marido está longe da vontade de Deus. Deus quer que o marido negue a si mesmo, pareça com Jesus e aja como Ele. Deve sacrificar-se a si mesmo pela esposa, buscar a felicidade e bem-estar dela, tanto no físico como no emocional e no espiritual. O marido deve dizer como Jesus: “eu não vim para ser servido, mas para servir”.

• Romance e afeto (Ct 7.10-13)

O “amor sentimento” também deve estar presente no casamento (Ct 7.10-13). Tudo que dissemos anteriormente estabelece bases sólidas para que esse amor se desenvolva e cresça. O romance não é apenas para a lua de mel, mas para toda a vida. Os discípulos do Senhor devem ser os maridos mais “enamorados” por suas esposas. O amor dos mundanos se perverteu em egoísmo. Entretanto, o “amor sentimento” de um marido cristão nasce do verdadeiro amor de Deus que vive nele. Por isso, os discípulos de Jesus devem ser os melhores maridos, os mais românticos de todos.

O discípulo deve ser um marido romântico.

Cultive em seu coração esse amor. Enamore-se de sua esposa, valorizando, apreciando e elogiando-a. Seja expressivo com ela. Demonstre seus sentimentos, mandando-lhe flores,chocolates e cartões. Assim fará sua esposa feliz e a você mesmotambém! E Deus participará dessa alegria.O homem que trata a sua esposa com amor faz um bem a simesmo e fortalece a unidade do casamento. Aquele que tratamal a sua esposa destrói a si mesmo.

Não tratar a esposa com amargura

Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura  (asperamente). Cl 3.19.

Esse parece ser um erro comum dos maridos no exercício de sua função. Muitas vezes, quando se iram, os maridos tratam a esposa asperamente. Outros são ásperos o tempo todo. Não tratar com amargura significa tratar sempre com amabilidade, doçura e bondade e nunca com rudeza e grosseria. Essa ternura para com a esposa deve ser prática nas palavras dirigidas a ela nas diversas situações que envolvam o trato cotidiano.

a. Amabilidade e carinho

A mulher foi feita com características emocionais diferentes do homem. Isso não é uma debilidade, mas uma característica dada por Deus para, por exemplo, desempenhar sua nobre função de mãe, a fim de criar os filhos com ternura e delicadeza. O marido deve entender, não desprezar sua sensibilidade e não a tratar como se fosse um homem. Há maridos que são amáveis com os outros e descuidados e duros com sua esposa. Isso é hipocrisia, incoerência e falta de inteligência. A esposa tratada asperamente acaba se embrutecendo. Deus quer que o marido a trate com ternura, respeito, suavidade, paciência, carinho, doçura, delicadeza, bondade e amor.

b. Firmeza e ternura

Ser amável não quer dizer ser frouxo. O homem terá que ser firme ao corrigir erros ou tomar decisões. Muitas vezes, o tratamento áspero é por falta da firmeza correta. O marido deve ser firme e terno: firme nas decisões e terno no tratamento. Quando não acontece, frequentemente ele se torna frouxo e grosso: frouxo na decisão e grosso no tratamento.

O marido deve ser firme e terno: firme nas decisões e terno no tratamento.

Quando o marido perceber que tratou mal a sua esposa, deve consertar imediatamente, confessando seu erro com humildade e arrependimento.

c. Compreensão

O marido deve também conhecer e compreender a sua mulher. É necessário escutar com atenção o que ela diz. Saber escutar é uma das qualidades mais valiosas que se pode ter. Quando o marido entende o que a mulher pensa e sente quais são as suas cargas, pode animá-la, conduzi-la e protegê-la com sabedoria. Um abraço e uma palavra amável e terna mostram à mulher que ela tem ao seu lado alguém que a compreende e a ama. Uma mulher que se sente compreendida e atendida pelo marido, dificilmente será rebelde e opositora. Alguns homens têm dificuldade de serem afetuosos porque não têm esse costume. É necessário romper com as barreiras e ver que essa é a vontade de Deus para o relacionamento com a sua mulher.

Tratar a esposa com dignidade, como parte mais frágil, significa honrá-la, cuidála, protegê-la e não sobrecarregá-la.

Tratar a esposa com dignidade (honra)

Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações. 1Pe 3.7.

Dignidade é igual a respeito e honra. Não é só a esposa que deve respeitar ao marido. Ambos são, igualmente, filhos de Deus. O versículo acima diz que, se o marido não trata a esposa com dignidade, suas orações são interrompidas. Tratar com dignidade, como parte mais frágil, significa honrar a esposa, cuidá-la, protegê-la e não sobrecarregá-la. O homem deve ter cuidado e proteção reais e práticos com sua esposa. Ela precisa sentir-se segura e confiante em seu marido. Quando ele não cumpre o seu papel, ela se vê desprotegida. O desamparo e as preocupações sobrecarregam e agitam a mulher. O homem deve assumir seu papel, atender os assuntos da casa, resolver todos os problemas que lhe competem e não passá-los para sua esposa. A mulher deve poder dizer: “meu marido é o meu pastor, nada me faltará”, como a igreja diz de Cristo: “O Senhor é meu Pastor…”. Tratá-la com dignidade também é admirá-la e tê-la em máxima consideração, como o presente de Deus para ele (Pv 19.14; Ec 9.9). É fazê-la sentir-se especial e única todos os dias. No livro de Ezequiel, Deus se refere à esposa do profeta como “a delícia dos teus olhos” (Ez 24.15-18). A esposa éuma demonstração da bondade de Deus para com o homem.

O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor. Pv 18.22.

Toda autoridade sujeita a Cristo deve agir com firmeza, mas também com amabilidade e humildade.

O homem deve representar a Jesus no lar

O homem é responsável por:

a. Manifestar a vida de Cristo na família

Assim como Cristo é a imagem de Deus, o homem deve ser a imagem de Cristo no lar. Deve andar no Espírito, ser santo, manifestar alegria constante, dar graças por tudo, deixar fluir o amor, a graça e a paz do Senhor.

b. Estabelecer o governo de Cristo

O homem é o cabeça da mulher e Cristo é o cabeça de todo homem. Portanto, o homem deve estabelecer a autoridade de Cristo no lar e não a sua. Se um homem não está sujeito a Cristo, como vai governar sobre sua mulher e filhos? Quando o Senhor delega autoridade ao homem, não lhe dá “carta branca” para fazer o que quer, mas estabelece critérios específicos e concretos. Toda autoridade sujeita a Cristo deve agir com firmeza, mas também com amabilidade e humildade. Sem fazer concessões indevidas, mas com disposição para dialogar e escutar. É importante que saiba discernir a vontade de Deus e que cuide para que ela se cumpra no seu lar.

c. Ministrar a graça salvadora de Cristo

O homem deve exercer o sacerdócio em sua família. Não basta abençoá-los com orações superficiais, deve se interessar por cada um. Dar tempo a cada um, conhecer suas necessidades, lutas e aflições. Dar a cada um dos filhos uma atenção particular. Constantemente ajudar a esposa a ver a dimensão eterna e grandiosa de sua função como esposa e mãe e cuidar para que ela não se desanime em suas tarefas que, às vezes, parecem triviais e insignificantes.

d. Doutrinar e edificar sua família

É importante usar as circunstâncias ocasionais da vida para ensinar, mas isso não é suficiente. O homem é responsável por ensinar toda a verdade de Deus, de forma ordenada e metódica a sua esposa e filhos. São seus primeiros discípulos. Deve determinar horários concretos para sentar com eles e compartilhar a palavra (Culto familiar). Deve haver lugar para a participação de todos e tudo deve ser cheio de oração. O homem deve considerar a esposa como ajudadora para isso. Não deve anulá-la, mas tampouco deve passar para ela toda a responsabilidade pela edificação dos filhos. Devem trabalhar juntos.

Quanta graça e segurança um marido amoroso e sábio traz à sua família.