quinta-feira, 22 de junho de 2017

PRIMEIRO AS PRIMEIRAS COISAS

Leitura Bíblica: Mateus 6:33; 13:22; Marcos; 4:18; Lucas 8:14; 1 João 2:15,16

Todos nós, independentemente de nossa formação, posição social, origem, etnia, credo, e a despeito de quaisquer outras especificidades inerentes a cada um como indivíduo, temos algo em comum – prioridades. Não quero dizer com isto, que suas prioridades e as minhas sejam as mesmas… É praticamente impossível que estabeleçamos prioridades iguais, pois cada um de nós possui características específicas; não há dois seres humanos iguais em todo o Universo.

Ainda assim, é possível dizer que, dentre nossos planos, sejam eles de curto ou de longo prazo, nós geralmente estabelecemos prioridades em nossas vidas. Colocamos as coisas em uma determinada ordem de importância, segundo aquilo que julgamos ser o melhor para nós. Assim, alguns estabelecem como prioridade sua formação cultural, e se dedicam ao estudo… Outros, colocam em primeiro lugar sua realização profissional, e assim dedicam-se ao trabalho. Outros, põem como meta ter sua casa própria, e esforçam-se por atingir tal meta. Enfim, trabalho, estudos, moradia, sucesso, fama, riquezas, etc., estão entre os alvos estabelecidos pelas pessoas.

Peço que pare um pouco e pense sobre suas prioridades, a longo e a curto prazo…

Você é daquelas pessoas que programa o seu dia? Como você faz o planejamento? Segue algum tipo de rotina?

Vejamos…
Levantar, fazer higiene pessoal (lavar o rosto, escovar os dentes, pentear os cabelos, etc), trocar de roupa (substituir a roupa de dormir por uma para as atividades do dia, tomar o desjejum (café da manhã ou similar), seguir para o trabalho… É mais ou menos assim?

Agora, responda com sinceridade… No seu planejamento diário, em quem momento você reserva um tempo para buscar a face de DEUS? Quando é que você se retira para, a sós, permanecer na Presença do SENHOR JESUS, meditando e refletindo na Sua Palavra Escrita, a Bíblia Sagrada?

Sejamos sinceros… Muitos de nós acabamos não separando um tempo para DEUS… Recorremos a ELE quando nos encontramos em calamidade, em dificuldade, mas não não está em nossos planos um momento a sós com DEUS. Isso é terrível!

Talvez até tenhamos um dia na semana para nos reunir com outros cristãos, com pessoas da mesma “religião” que nós… Talvez sejamos assíduos frequentadores de reuniões… Mas é preciso que saibamos que se não planejamos diariamente um tempo com o SENHOR, então somos meros religiosos, semelhantes aos fariseus e saduceus do tempo de JESUS, aos quais ele tratou como raça de víboras (filhos de satanás, a antiga serpente).

Como esperamos contribuir com o Reino de DEUS se a cada dia não buscamos  ser governados por ELE? Como temos a ousadia de nos intitular cristãos, se não andamos com CRISTO, se não nos “relacionamos” com ELE?

alimento_espiritual_autc3aanticoJESUS afirmou: “Quem de mim se alimenta, por mim viverá” – João 6:57

Pensemos… Como tratamos a questão do nosso “alimento diário”? Geralmente as pessoas têm horários pré-estabelecidos para suas refeições – café da manhã, almoço, janta… Mas não estabelecem horários para alimentar seu espírito, para alimentar-se com CRISTO, o pão da vida, a água da vida.

JESUS nos ordena: “Buscai em primeiro lugar o Reino de DEUS e a Sua justiça…”, quantos de nós buscamos o Reino de DEUS logo de manhã cedo, em primeiro lugar?

Como podemos estar bem espiritualmente, se não nos alimentamos adequadamente?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.

Leitura Bíblica:
PV. 4:23; 23:7; FP. 4:8; CL. 3:1,2
MT. 5:8; 6:22;
SL. 119:15, 18, 37; 101:3;
MT. 15:18, 19
MC. 7:21-23;
MT. 7:15-20; JO. 6:57

Recentes pesquisas feitas para investigar o motivo da longevidade do ser humano, deram conta de que o segredo da longevidade e saúde está na dieta alimentar. Ou seja, aquilo que comemos e bebemos determina nosso tempo de vida e sua qualidade.

Segundo essas pesquisas, as pessoas que vivem na região do Mediterrâneo apresentam uma  vida saudável e com os menores índices de doenças crônicas do planeta.

Essa pesquisa, levada à público pelo site "htttp://www.maisequilibrio.com.br" mostra que a alimentação saudável é a chave para um corpo com saúde, para um corpo saudável.

Precisamos entender que o mesmo princípio também é válido em relação à saúde de nossa alma e de nosso espírito. De acordo com Provérbios 23:7, o homem "é aquilo que imagina em sua alma". 

O antigo ditado: "mente sã em corpo são" do poeta romano Juvenal, já mostra a necessidade de termos saúde não apenas no corpo, mas também na alma (nossos sentimentos, vontades e pensamentos).

Conquanto haja, em nossos dias, uma crescente preocupação quanto à saúde do corpo, às formas, exercícios, dietas, etc... Lamentavelmente, porém, o mesmo não podemos dizer em relação à saúde da alma e do espírito que, infelizmente, tem sido deixada de lado pela maioria.

Muito, mesmo entre os cristãos, cuidam com o que colocam em seu prato, cuidam com sua dieta alimentar, e buscam nutrientes para seu corpo. Entretanto, negligenciam o que estão colocando para dentro de sua alma.

JESUS afirmou certa ocasião que "a boca fala daquilo que o coração está cheio". Claro que ELE falava da mente, da fonte de todos os procedimentos e comportamentos humanos, da alma humana. ELE também falou que "somente os limpos de coração, verão a DEUS". Ora, isto é muito significativo. Principalmente em nossos dias.

Pouquíssimas pessoas param para refletir sobre as entradas de sua alma, seus olhos e seus ouvidos... E assim, acabam permitindo que todo tipo de poluição visual e auditiva entrem por seus olhos e ouvidos... 

JESUS afirmouo, ainda, em João 6:57 que quem dELE se alimenta, por ELE viverá. Qual tipo de alimento temos dado para nossa alma, e para nosso espírito?

Qual o conteúdo de nossas conversas, o que tem sido o foco, ou a característica de nossa conversação? Segundo o princípio revelado pelo SENHOR JESUS, mostramos com nossos lábios, o que está em nosso coração (mente).

Se queremos, de fato, uma verdadeira vida, e uma vida saudável, que expresse o SENHOR, temos que mudar nossa dieta... Mudar aquilo que ouvimos, mudar aquilo que lemos, mudar aquilo que assistimos... 

Deixemos de lado o lixo deste mundo, coisas que, talvez, para muitos, sejam até lícitas, mas que não nos trazem qualquer edificação espiritual, e que não nos aproximam do SENHOR.

Alimentemos bem nosso corpo, e muito melhor nossa alma e nosso espírito!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Roubadores de Corações

Leitura bíblica:

PV. 4:23; LC. 6:45; MT. 5:8; FP. 4:8; RM. 12:2…

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”.
(
Provérbios 4:23)

1457757_527483670676880_1164611007_nGostaria de refletir com você sobre a questão de “guardar o coração”. Claro que não estaremos falando sobre o “órgão” coração, mas sim sobre o “centro” de nossa vida, nossos pensamentos, nossos projetos, nossas decisões. Entendemos aqui que o termo coração, em provérbios, bem como também em Mateus e Lucas está se referindo não ao órgão que fica dentro de nosso peito, mas sim que está, de forma figurada, tratando como “coração” o âmado de nosso ser, nossa alma propriamente dita, nossos pensamentos, nossa mente!

Dentro disto, é importante que reflitamos sobre o mandamento explícito em Provérbios… “guarda o teu coração”… Porque esse mandamento? Como “guardamos” nosso coração?  Em Mateus, JESUS afirma que “para vermos a DEUS, temos que ser limpos de coração”. Se precisamos ter o coração “limpo” é porque ele pode ser “sujo”…  Aliás, em Lucas JESUS afirma que “a boca fala daquilo que “o coração está cheio”.

Em outras palavras, aquilo que “ocupa nosso coração” acaba “saindo pela boca”. É óbvio, aqui, que o termo “coração” reflete a “mente” (pensamentos).

Portanto, devemos guardar nossos pensamentos, nossa mente a fim de que a mantenhamos pura, do contrário não poderemos “ver” a DEUS.

É importante frisar aqui que, embora nossa mente (alma) experimente as coisas do mundo exterior por meio dos nossos cinco sentidos, há duas grandes entradas para a nossa menteos olhos e os ouvidos.

Não posso, portanto, entender de outra forma o mandamento explícito em Provérbios, como também em Filipenses, onde há um conselho sobre “o que deve ocupar nossos pensamentos”.

manipular e moldar o HomemDiante de tudo isto, é preciso que tenhamos extremo cuidado quanto às coisas que estamos “vendo” (assistindo) e às coisas que estamos “ouvindo”. Que tipo de programação visual tem ocupado nossa mente? Que tipo de imagens e que tipos de sons (ou músicas) temos permitido que entrem em nossa mente? Lembremos, que satanás é muito sutil, e certamente sabe que estaremos alertas para quaisquer pecados grosseiros, porém ele pode (e o fará) colocar ao nosso redor imagens sutis, mensagens sutis, subliminares e quase imperceptíveis (se não vigiarmos) com o fim de nos roubar o coração nos alimentando com dúvidas e roubando nossa fé.

Hoje a tecnologia invadiu nossa sociedade… Cuidemos com nossos ouvidos e com nossos olhos e não deixemos que aquilo que desagrada a DEUS e é reprovado pela Sua Palavra e pelo Seu ESPÍRITO ocupe nosso tempo!


sábado, 27 de maio de 2017

Tecnologia… Até que ponto é benéfica?

Hoje vivemos em uma era sem precedentes na história da humanidade...A tecnologia, mais precisamente a tecnologia da comunicação e da informação, as chamadas TICs, invadiram o espaço humano e não vão sair.
Smartphones-1132x670Recebemos em nossos dispositivos uma enxurrada de informações, e isto em uma quantidade muito, mas muito maior do que possamos processar... Como consequência dessa invasão e tentativa de acompanhamento, a humanidade plugada em seus telemóveis e dispositivos eletrônicos, está cada vez mais desligada da vida real, e das pessoas que as rodeiam.
É neste ponto que as TICs se tornam nocivas à vida humana. DEUS formou o homem com uma vida e propósitos definidos...Fez o homem para relacionar-se com os outros e também para relacionar-se com o próprio DEUS.
Quando algo se interpõe ainda que sutilmente nesses propósitos, é momento de remover esse "algo". O próprio DEUS falou acerca do homem: "não é bom que o homem esteja só..."
Mas em nossos dias, a tecnologia tem isolado cada vez mais a humanidade, o indivíduo. Sob a égide da "globalização" tem seduzido e levado muitos para relações virtuais, isolando-os das relações pessoais.
16246284126_2ca7e4103a_bMuito sutil, não é mesmo? Mas entendamos que as conversações eletrônicas não podem substituir as conversas face a face... Olho no olho...
Ainda que se use o Facebook, isso é uma imitação barata do face a face.
Portanto, é necessário que voltemos ao princípio... Que retomemos nossos relacionamentos pessoais e interpessoais, dando-lhes a devida importância...
Não troquemos o que é real pelo que é ilusório...







quinta-feira, 25 de maio de 2017

A Amizade do Mundo é Inimizade contra DEUS!

Leitura Bíblia:
TG. 4:4; 1 JO. 5:19; SL. 1:1-3; MC. 16:15; MT. 7:2; 1 JO. 2:15, 16

De acordo com o texto de 1 João 5:19; 2:15,16 - o mundo "inteiro" jaz (está debaixo, sob a influência) no maligno. Em outras palavras, "tudo que é do mundo, não é do pai, é do mundo"...
Sendo assim, é necessário que caminhemos com muito cuidado nos espaços que ocupamos neste mundo... 
A empresa onde trabalhamos, não importa qual seja, é do mundo, jaz no maligno... As instituições de ensino nas quais nos movemos, jazem sob o maligno, são do mundo... Até mesmo as instituições religiosas são do maligno... A despeito do nome que assumam...

Quantos entendem isto?

Lamentavelmente, a despeito do que a Palavra de DEUS nos adverte, há muitos que mantêm um sentimento de "amizade" com as coisas do mundo... 

Só existe uma razão para que "continuemos" no lugar onde estamos (empresa, escola, etc): expandirmos o Reino de DEUS, sermos testemunhas do SENHOR JESUS, atuarmos como sal e como luz.

Qualquer outro motivo para nos envolvermos com algo deste mundo é escuso, e deve ser evitado.

Reflitamos nisto!!!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Por que DEUS se esconde (oculta)?

Leitura:

EM-ADORACAOHB. 11:6; IS. 45:15; DT. 4:29; 2 CR. 7:14; SL. 63:1; 105:4; IS. 31:1; JR. 29:13, 14; LM. 3:25; OS. 5:15; AM. 5:4; SF. 2:3; MT. 7:7; LC. 19:10; MT. 13:44-46…

"Verdadeiramente tu és o Deus que te ocultas, o Deus de Israel, o Salvador." 
(Isaías 45 : 15)

Nos textos acima encontramos repetidas vezes os verbos “esconder”, “buscar” e “procurar”..

Entendo, a partir deles, que nosso DEUS, se esconde de nós para que O busquemos, para que O procuremos… Para que empreguemos esforço e diligência em nossa busca por ELE.

Quando pensamos em “procurar algo”, é porque, certamente, isso que iremos procurar “não está tão visível”, não está “tâo patente”… Não basta uma mera “olhada”, mas é necessário uma certa diligência na busca…

Quanto perdemos algo de valor (nossa carteira com documentos, ou um só documento importante), nos empenhamos para encontrá-lo… Refazemos caminhos percorridos, indagamos, revistamos lugares… Nós procuramos, e procuramos até encontrar.

Mas, e quando pensamos ter perdido a presença do SENHOR? Ou quando não O sentimos tão próximo de nós? O que temos feito?

Como temos buscado o SENHOR? Temos buscado até encontrá-lO?

Reflitamos nisto!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Papel da Esposa segundo o Propósito de DEUS

"Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea." 
GN. 2:18.

"A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derruba."
PV. 14:1.

Resultado de imagem para padrao de esposa segundo a bíbliaDe acordo com a Palavra de DEUS, existem três ordenanças (mandamentos) a serem seguidos pela esposa:




1) Ser submissa ao seu marido, como ao próprio CRISTO

"As mulheres sejam submissas ao seu próprio maridocomo ao SENHOR; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo ELE mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido".
EF. 5:22-24. (Ler também CL. 3:18; 1 PE. 3:1-6)

A submissão relaciona-se com o princípio da autoridade delegada por DEUS e estabelecida em todas as áreas da vida humana. Ao submeter-se ao marido como ao SENHOR JESUS, está reconhecendo nele a autoridade do próprio DEUS. Rebelar-se contra o marido é estar em rebelião contra o próprio DEUS que o estabeleceu como autoridade do lar.
(RM. 13.1-2; 1 CO. 11:3).

Submeter-se ao marido, como ao Senhor, significa reconhecer nele a autoridade de Deus.

Aspectos sobre a submissão:

a. Submissão é o reconhecimento da autoridade estabelecida. Não é penas uma obediência externa, mas uma atitude interior de submissão e respeito.

b. A submissão não anula a mulher; ela proporciona as condições para que a mulher cumpra o seu papel.

c. A submissão não rebaixa a mulher, mas sim a protege. Deus é bom. Ele quer que a mulher esteja coberta e protegida sob a autoridade do marido. Não deseja que a mulher esteja sobrecarregada e nervosa, mas tranquila e feliz.

d. A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, se submeteu a Ele em tudo. A mulher não é menor, nem o homem maior. São iguais, mas em funções diferentes, segundo o plano de Deus.

e. A mulher deve ser submissa em tudo (EF. 5:24). O marido é o responsável geral por todas as áreas da vida familiar. A mulher só deve desobedecer ao marido se ele lhe der uma ordem claramente contrária à vontade de Deus, conhecida nas escrituras. Se ele quiser obrigá-la a pecar ou a deixar o Senhor, nesse caso, ela deve obedecer a Deus e não ao marido; ainda que sofra consequências (AT. 4:18-20).

f. As irmãs com maridos incrédulos devem ser submissas a eles. Devem se comportar de tal maneira que, vendo eles o comportamento delas, se convertam (1 PE. 3.1-2).

g. A submissão não implica em que a mulher não fale, não opine e não tenha influência nas decisões da família. 

Submissão não significa que a mulher  (esposa) tenha que concordar e dizer sim para tudo o que o marido fizer. Ela é sua ajudadora, pode, portanto, opinar, concordando ou discordando. Deve, contudo, sempre mostrar uma atitude de submissão ao esposo tendo a disposição de deixar as decisões finais nas mãos do marido, sem qualquer amargura ou rebelião interior se este não seguir a opinião ou conselho dela.


h. Quando uma esposa considera que seu marido (crente) está abusando da autoridade, deve falar-lhe a sós, com respeito e mansidão. Se ele não a escutar, deve falar-lhe novamente, diante de irmãos espirituais e maduros (MT. 18:15-17). Em tais casos, seguindo o conselho da Igreja (irmãos mais maduros), deve sempre obedecer o que o SENHOR ordena em Sua Palavra...

A submissão da mulher não a faz inferior. Jesus, sendo igual ao Pai, submeteu-se a Ele em tudo.

2) Respeitar e dar honra ao seu marido

…e a esposa respeite (reverencie) ao marido. EF. 5:33

Respeitar (honrar ou reverenciar - em certas traduções) é ir além da obediência exterior. É manter constante atitude de sujeição e honra, na presença e na ausência do marido. O respeito é manifesto na forma de falar, tom de voz, modos e gestos. Também na maneira de atender ao marido, de escutá-lo e obedecê-lo. Implica em não depreciá-lo ou desprezá-lo; nem a sós, nem diante dos filhos e muito menos diante de outras pessoas. Jamais se deve falar mal dele para outros. A mulher é responsável por ensinar aos filhos, pelo seu exemplo, a honrar e respeitar ao pai. Não há nada que irrite tanto um homem como o desrespeito da esposa. A arrogância e a grosseria tornam a mulher indigna e vergonhosa, mas a mulher respeitosa é a alegria do marido. Ela o engrandece e o faz ser um homem honrado diante dos demais. 
(PV. 12:3; 31:10-11, 23)

A beleza que o Senhor dá valor na mulher é a interior: um espírito manso e tranquilo.

3) Ter um espírito manso e quieto (tranquilo).

"Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração,unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus".
(1 PE. 3:3-4)

A mulher casada precisa procurar manter-se bela e atraente para o seu esposo. É saudável cuidar do corpo, dos cabelos, vestir-se adequadamente. Mas, deve-se evitar exageros, roupas ou penteados e maquiagem chamativos, joias de ouro e vestidos caros. Também não devem adotar um estilo mundano de vestir. Porém, o Senhor diz que a beleza que Ele dá valor na mulher é a do coração, com um espírito manso e tranquilo. O homem vê da mesma forma: o melhor atrativo que ele pode encontrar na mulher é um espírito manso e tranquilo, doce, amável e alegre. Uma atitude inquieta comunica insegurança e falta de descanso. Mulheres intranquilas tornam-se inconvenientes, exigentes e rixosas (PV. 21:9,19). A falta de um espírito manso e tranquilo demonstra falta de fé e traz perturbação para o lar, ao invés de harmonia e confiança (1PE. 3:5-6). Que atrativo terá para o marido, uma mulher bonita, bem arrumada, porém nervosa, rixosa, briguenta, rancorosa, amargurada, queixosa e resmungona? (PV. 11:22; 31:30) Todavia, quando o marido tem uma mulher amável, seu lar  é um oásis, para onde ele quer voltar logo. Mas, se a mulher é rixosa, ele prefere ficar em qualquer outro lugar (PV. 25:24). E isso não é uma questão do temperamento, mas do caráter. Qualquer mulher, introvertida ou extrovertida, pode ser mansa e tranquila, andando no Espírito a cada dia (Gl 5.22-23).

Quanta benção e paz a mulher sábia traz para seu marido e filhos.

quarta-feira, 29 de março de 2017

O PADRÃO DE DEUS PARA O MARIDO

 

Para desempenhar seu papel, Deus deixou três mandamentos ao homem:

Amar a esposa é perder para ela ganhar, morrer para que ela viva. É sacrificar-se a si mesmo e buscar o bemestar dela.

Amar a esposa, como Cristo amou a Igreja

Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Ef 5.25.

O Senhor estabelece o mais alto padrão de amor para o marido amar a sua esposa: “como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Nada poderia ser mais elevado. É o mais alto nível de amor, entrega e renúncia. Significa perder, para a esposa ganhar, ser envergonhado, para que ela seja honrada, morrer para que ela viva. A palavra grega “amor”, que aparece em Efésios 5, é “ágape”. Refere-se ao amor de Deus. É um amor puro, sacrificial, perfeito e permanente. Esse tipo de amor está descrito em 1Co 13. Amar é ser paciente e bondoso. É não buscar seus próprios interesses. É não ser inconveniente. Amar é ser perdoador e ter domínio próprio (1Co 13.4-8). Amar é também servir, proteger, instruir, santificar. É o amor que não depende do sentimento. Esse amor envolve sacrifício em favor da esposa “(…) a si mesmo se entregou por ela”. É o negar a si mesmo, abrir mão da tranquilidade, da comodidade e do prazer, em favor da pessoa amada. Isso é amar. Foi isso que Cristo fez pela igreja.

O contrário disso é o egoísmo. O marido egoísta busca sua própria comodidade, usa a autoridade para seu próprio bem e sempre espera ser servido. Sua atitude é de “senhor”, não de “servo”. Nunca renuncia à comodidade para ajudar a mulher. Esse marido está longe da vontade de Deus. Deus quer que o marido negue a si mesmo, pareça com Jesus e aja como Ele. Deve sacrificar-se a si mesmo pela esposa, buscar a felicidade e bem-estar dela, tanto no físico como no emocional e no espiritual. O marido deve dizer como Jesus: “eu não vim para ser servido, mas para servir”.

• Romance e afeto (Ct 7.10-13)

O “amor sentimento” também deve estar presente no casamento (Ct 7.10-13). Tudo que dissemos anteriormente estabelece bases sólidas para que esse amor se desenvolva e cresça. O romance não é apenas para a lua de mel, mas para toda a vida. Os discípulos do Senhor devem ser os maridos mais “enamorados” por suas esposas. O amor dos mundanos se perverteu em egoísmo. Entretanto, o “amor sentimento” de um marido cristão nasce do verdadeiro amor de Deus que vive nele. Por isso, os discípulos de Jesus devem ser os melhores maridos, os mais românticos de todos.

O discípulo deve ser um marido romântico.

Cultive em seu coração esse amor. Enamore-se de sua esposa, valorizando, apreciando e elogiando-a. Seja expressivo com ela. Demonstre seus sentimentos, mandando-lhe flores,chocolates e cartões. Assim fará sua esposa feliz e a você mesmotambém! E Deus participará dessa alegria.O homem que trata a sua esposa com amor faz um bem a simesmo e fortalece a unidade do casamento. Aquele que tratamal a sua esposa destrói a si mesmo.

Não tratar a esposa com amargura

Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura  (asperamente). Cl 3.19.

Esse parece ser um erro comum dos maridos no exercício de sua função. Muitas vezes, quando se iram, os maridos tratam a esposa asperamente. Outros são ásperos o tempo todo. Não tratar com amargura significa tratar sempre com amabilidade, doçura e bondade e nunca com rudeza e grosseria. Essa ternura para com a esposa deve ser prática nas palavras dirigidas a ela nas diversas situações que envolvam o trato cotidiano.

a. Amabilidade e carinho

A mulher foi feita com características emocionais diferentes do homem. Isso não é uma debilidade, mas uma característica dada por Deus para, por exemplo, desempenhar sua nobre função de mãe, a fim de criar os filhos com ternura e delicadeza. O marido deve entender, não desprezar sua sensibilidade e não a tratar como se fosse um homem. Há maridos que são amáveis com os outros e descuidados e duros com sua esposa. Isso é hipocrisia, incoerência e falta de inteligência. A esposa tratada asperamente acaba se embrutecendo. Deus quer que o marido a trate com ternura, respeito, suavidade, paciência, carinho, doçura, delicadeza, bondade e amor.

b. Firmeza e ternura

Ser amável não quer dizer ser frouxo. O homem terá que ser firme ao corrigir erros ou tomar decisões. Muitas vezes, o tratamento áspero é por falta da firmeza correta. O marido deve ser firme e terno: firme nas decisões e terno no tratamento. Quando não acontece, frequentemente ele se torna frouxo e grosso: frouxo na decisão e grosso no tratamento.

O marido deve ser firme e terno: firme nas decisões e terno no tratamento.

Quando o marido perceber que tratou mal a sua esposa, deve consertar imediatamente, confessando seu erro com humildade e arrependimento.

c. Compreensão

O marido deve também conhecer e compreender a sua mulher. É necessário escutar com atenção o que ela diz. Saber escutar é uma das qualidades mais valiosas que se pode ter. Quando o marido entende o que a mulher pensa e sente quais são as suas cargas, pode animá-la, conduzi-la e protegê-la com sabedoria. Um abraço e uma palavra amável e terna mostram à mulher que ela tem ao seu lado alguém que a compreende e a ama. Uma mulher que se sente compreendida e atendida pelo marido, dificilmente será rebelde e opositora. Alguns homens têm dificuldade de serem afetuosos porque não têm esse costume. É necessário romper com as barreiras e ver que essa é a vontade de Deus para o relacionamento com a sua mulher.

Tratar a esposa com dignidade, como parte mais frágil, significa honrá-la, cuidála, protegê-la e não sobrecarregá-la.

Tratar a esposa com dignidade (honra)

Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações. 1Pe 3.7.

Dignidade é igual a respeito e honra. Não é só a esposa que deve respeitar ao marido. Ambos são, igualmente, filhos de Deus. O versículo acima diz que, se o marido não trata a esposa com dignidade, suas orações são interrompidas. Tratar com dignidade, como parte mais frágil, significa honrar a esposa, cuidá-la, protegê-la e não sobrecarregá-la. O homem deve ter cuidado e proteção reais e práticos com sua esposa. Ela precisa sentir-se segura e confiante em seu marido. Quando ele não cumpre o seu papel, ela se vê desprotegida. O desamparo e as preocupações sobrecarregam e agitam a mulher. O homem deve assumir seu papel, atender os assuntos da casa, resolver todos os problemas que lhe competem e não passá-los para sua esposa. A mulher deve poder dizer: “meu marido é o meu pastor, nada me faltará”, como a igreja diz de Cristo: “O Senhor é meu Pastor…”. Tratá-la com dignidade também é admirá-la e tê-la em máxima consideração, como o presente de Deus para ele (Pv 19.14; Ec 9.9). É fazê-la sentir-se especial e única todos os dias. No livro de Ezequiel, Deus se refere à esposa do profeta como “a delícia dos teus olhos” (Ez 24.15-18). A esposa éuma demonstração da bondade de Deus para com o homem.

O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor. Pv 18.22.

Toda autoridade sujeita a Cristo deve agir com firmeza, mas também com amabilidade e humildade.

O homem deve representar a Jesus no lar

O homem é responsável por:

a. Manifestar a vida de Cristo na família

Assim como Cristo é a imagem de Deus, o homem deve ser a imagem de Cristo no lar. Deve andar no Espírito, ser santo, manifestar alegria constante, dar graças por tudo, deixar fluir o amor, a graça e a paz do Senhor.

b. Estabelecer o governo de Cristo

O homem é o cabeça da mulher e Cristo é o cabeça de todo homem. Portanto, o homem deve estabelecer a autoridade de Cristo no lar e não a sua. Se um homem não está sujeito a Cristo, como vai governar sobre sua mulher e filhos? Quando o Senhor delega autoridade ao homem, não lhe dá “carta branca” para fazer o que quer, mas estabelece critérios específicos e concretos. Toda autoridade sujeita a Cristo deve agir com firmeza, mas também com amabilidade e humildade. Sem fazer concessões indevidas, mas com disposição para dialogar e escutar. É importante que saiba discernir a vontade de Deus e que cuide para que ela se cumpra no seu lar.

c. Ministrar a graça salvadora de Cristo

O homem deve exercer o sacerdócio em sua família. Não basta abençoá-los com orações superficiais, deve se interessar por cada um. Dar tempo a cada um, conhecer suas necessidades, lutas e aflições. Dar a cada um dos filhos uma atenção particular. Constantemente ajudar a esposa a ver a dimensão eterna e grandiosa de sua função como esposa e mãe e cuidar para que ela não se desanime em suas tarefas que, às vezes, parecem triviais e insignificantes.

d. Doutrinar e edificar sua família

É importante usar as circunstâncias ocasionais da vida para ensinar, mas isso não é suficiente. O homem é responsável por ensinar toda a verdade de Deus, de forma ordenada e metódica a sua esposa e filhos. São seus primeiros discípulos. Deve determinar horários concretos para sentar com eles e compartilhar a palavra (Culto familiar). Deve haver lugar para a participação de todos e tudo deve ser cheio de oração. O homem deve considerar a esposa como ajudadora para isso. Não deve anulá-la, mas tampouco deve passar para ela toda a responsabilidade pela edificação dos filhos. Devem trabalhar juntos.

Quanta graça e segurança um marido amoroso e sábio traz à sua família.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O padrão de Deus para os filhos

Publicado em 10 de janeiro de 2017 por Carlos A. Bächtold

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A vontade de Deus para os filhos é que obedeçam e honrem aos pais.

No princípio, Deus havia criado o relacionamento de pais e filhos para ser uma elevada relação de amor, carinho e cuidado. Filhos felizes, supridos e pais alegres com a vida de seus filhos. Entretanto, como todas as áreas n

a vida do homem, essa também foi estragada pelo pecado.

Muitos jovens hoje são desobedientes e desrespeitosos com os pais, essa é uma tendência no mundo atual. Está escrito que nos últimos tempos os homens seriam “desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados” (2Tm 3.1-4). Mas, Deus quer conduzir a vida familiar de um discípulo, fornecendo-lhe tudo o que é necessário para que ele viva o seu papel de filho segundo o Seu coração.

Esse assunto é muito importante para Deus. Podemos ver que Ele manifestou Sua vontade para os filhos logo nos dez mandamentos (Ex 20.12); ali, Ele não disse nada para maridos, esposas ou pais. Porém, para filhos rebeldes, havia estabelecido a mais severa pena: a morte (Dt 21.18-21; Ex 21.17).

Deus vê a rebelião e desrespeito dos filhos aos pais como algo contra Ele mesmo.

Isso expressa a seriedade com que Deus vê o assunto. Embora, nos dias de hoje, os filhos rebeldes não sejam mais apredejados, Deus sente-se igualmente ofendido e julgará esses filhos. O Senhor vê toda rebelião e desrespeito dos filhos aos pais como uma ofensa direta a Ele mesmo.

A vontade de Deus para os filhos em relação aos pais envolve, basicamente,
3 aspectos: a obediência, a honra e a consequente promessa.

A obediência

Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é
justo. Ef 6.1.

Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo
é grato diante do Senhor. Cl 3.20.

Submissão é uma decisão, fruto da própria vontade, através da qual nos sujeitamos ao governo de outra pessoa. Essa já é a atitude de todo aquele que nasceu de novo. Agora é requerida na obediência aos pais, mais uma vez, para que a vontade de Deus se realize.

É justo os filhos obedecerem a seus pais. A obediência deve ser em tudo. Isso é agradável a Deus.

Não há nenhuma humilhação nisso, mas o reconhecimento de uma autoridade que Deus colocou em nossa vida, para cuidado e orientação. Jesus, sendo o Senhor, quando jovem, foi obediente e submisso aos seus
pais (Lc 2.51); por que nós, seus servos, não podemos sujeitar-nos a nossos pais? A dificuldade em nos submetermos tem origem no coração de Satanás, na raiz de orgulho e rebelião.

Deus declara que é justo que os filhos obedeçam a seus pais (Ef 6.1) e que isso é agradável a Ele (Cl 3.20).

O testemunho da vida de Cristo através da vida do discípulo causa muito mais impacto nos seus pais do que meras palavras.

É importante salientar que a obediência não é exclusiva para os filhos de pais convertidos. O princípio é geral, aplica-se aos filhos de pais discípulos ou não. O fato de alguns pais ainda não terem se rendido aos pés do Senhor não dá aos filhos o direito à desobediência. As únicas situações em que o discípulo não deveobediência aos seus pais são aquelas onde a ordem dos pais secontrapõe à vontade de Deus, expressa na bíblia – por exemplo,se o pai mandá-lo mentir ou praticar imoralidade sexual (At4.18-20). Em um caso assim, o filho não poderá obedecer aospais, ainda que sofra consequências por isso.

A honra

Ef 6.2-3; Ex 20.12.

Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento
com promessa, para que te vá bem, e sejas
de longa vida sobre a terra. Ef 6.2-3.

A vontade de Deus é que os filhos tenham seus pais em alta consideração. Devem considerar que a sabedoria e experiência que eles têm não se adquirem na escola, mas sim no longo aprendizado da vida. Errando e acertando, ganhando e perdendo, avaliando e corrigindo, vão agregando à sua experiência elementos para conduzir outros (Pv 1.8; 6.20).

Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a
instrução de tua mãe. Pv 1.8.

Quanta paz e bênçãos desfrutam os filhos que honram aos pais! Quanta alegria provam os pais de um filho sábio e respeitoso! Quanta glória o Senhor recebe de um filho segundo o Seu coração!

O filho sábio alegra a seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe. Pv 15.20.

Os filhos devem aprender a serem gratos por seus pais. Isso tornará mais fácil honrá-los. Eles precisam aprender a colocar maior peso nas virtudes do que nas debilidades dos seus pais.

Quando um discípulo perdoa e honra um pai, o nome de Cristo é honrado e
glorificado.

É importante notar que o mandamento de Deus é que os filhos honrem aos seus pais, independentemente deles serem admiráveis ou não. Não se deve confundir honra com admiração. Há pais que não se consegue apreciar por toda injustiça que praticam: alguns praticam pecados grosseiros, outros já ofenderam os filhos de diversas formas, há até aqueles que são criminosos. Esses pais não são admiráveis, mas Deus quer que seus filhos os honrem
como pais. Quando um discípulo de Jesus perdoa e honra um pai ou mãe, o nome de Cristo é honrado e glorificado.

A honra pelos pais se manifesta pelo trato cordial, amável e respeitoso. A falta dela é expressa através de gestos, grosserias, prepotência, altivez e desprezo (Pv 13.1; 19.26; 30.11), atitudes muito comuns no mundo.

Os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a
obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão
e pelos pintãos da águia serão comidos. Pv 30.17.

Muitos pais, quando atingem uma idade avançada, são abandonados e considerados como peso na vida dos filhos. Principalmente quando ficam enfermos e precisam de cuidados especiais. A palavra do Senhor insta os filhos a que, quando os pais vierem a envelhecer, não os desprezem, antes cuidem deles e os recompensem (Pv 23.22; 1Tm 5.4,8).

Um discípulo honra aos pais respeitando, servindo e amando.

É preciso desenvolver um relacionamento afetuoso com seus pais, expressando o amor em gestos e palavras. É bom para um pai ou uma mãe ouvir expressões de amor por parte do seu filho. Muitas vezes os filhos deixam passar oportunidades de demonstrar seu afeto e carinho. Como atitudes práticas, temos:

• Dizer-lhes como são importantes;

• Falar bem deles a outros;

• Presenteá-los fora das datas especiais;

• Prestar-lhes, espontaneamente, pequenos serviços que eles estejam precisando;

• Passar tempo com eles;

• Conversar sobre o que eles gostam;

• Preparar-lhes uma comida especial;

• Uma flor, um beijo, um gesto, um cartão, um chocolate, são meios de transmitir amor, gratidão e apreço.

Para que a amizade cresça, é necessário que os filhos se determinem a se aproximar de seus pais e criem situações em que possam estar juntos para desenvolver companheirismo e amizade.

O tempo do jovem em casa é muito curto. Portanto, é importante aproveitar esses anos da juventude para firmar bem essa amizade e honrar aos seus pais.

A promessa

(…) para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a
terra. Ef 6.3.

Honrar os pais é o primeiro mandamento com promessa. Quem o fizer, pode ter a segurança de que colherá bênçãos e terá longa vida.

Nada devemos fazer por interesse, o que arde no coração do discípulo é agradar a Deus, portanto a promessa não é a motivação para obedecer ao mandamento. Mas, sim, é uma bênção do Senhor. Desfrutemos dessa bênção.

Orientações específicas

a. Tarefas domésticas

Desde pequenos, os filhos são orientados a assumirem obrigações específicas. É necessário que os filhos atentem para as orientações dos pais, e façam exatamente o que eles pedem. Com o tempo, essas obrigações devem tornar-se mais voluntárias.

Os filhos podem e devem assumir a responsabilidade por tarefas comuns no lar.

É agradável aos pais que os filhos façam mais do que se pede a eles. Não só
deixar o quarto arrumado, mas também ajudar no trabalho da mãe: ajudar a lavar a roupa, limpar a casa, fazer compras e até mesmo na cozinha.

Quando os filhos são pequenos, a mãe faz tudo. Mas é uma injustiça permitir
que ela continue a fazê-lo sozinha. Os filhos podem e devem assumir a responsabilidade por tarefas comuns no lar. Isso honra os pais e o Senhor.

b. Estudos

O estudo é o trabalho principal dos filhos, portanto, devem fazê-lo com dedicação. Muitos jovens pensam que é suficiente fazer o mínimo necessário para passar de ano. Isso é mediocridade e é uma atitude preguiçosa. O esforço deve ser para atingir o máximo de sua capacidade e alcançar todo o
conhecimento possível.

O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta. Pv 13.4.

c. Trabalho

Embora alguns jovens fiquem debaixo do cuidado dos pais até terminarem seus estudos, é importante que comecem a trabalhar desde cedo, ainda que sejam algumas horas por dia. Se conseguirem suprir seus próprios gastos, será de grande ajuda aos pais e trarão um sentido de dignidade e auto-estima. O trabalho traz maturidade.

d. Relacionamento entre os irmãos

Um bom relacionamento entre os filhos também constitui honra aos pais. “Oh! Como é bom e agradável que os irmãos vivam unidos!” (Sl 133.1). Deve-se cultivar, entre os irmãos, um ambiente saudável, onde os laços familiares serão fortalecidos, formando uma amizade sólida que durará por toda a vida.

Um bom relacionamento entre irmãos honra aos pais e forma uma amizade sólida que durará por toda a vida.

Para isso, deve-se desenvolver um ambiente rico em afeto, cuidado, serviço e respeito mútuo. Deve-se fugir das brigas, atritos e ofensas. Quando houver conflitos, deverão ser resolvidos com um coração humilde e perdoador, segundo a Palavra do Senhor.

Tudo isso também honra e é motivo de grande alegria para os pais.

e. Gratidão

Enquanto o filho estiver debaixo do cuidado paterno, ele desfrutará de benefícios e privilégios naturais. Alguns desses, seus pais não podem deixar de prover. Outros, entretanto, são concedidos aos filhos por uma atitude de amor, carinho e graça dos pais.

É justo que os filhos reconheçam e expressem gratidão por todo serviço e bem que recebem de seus pais ao longo de toda a vida.

Além disso, os filhos recebem muito mais do que realmente necessitam. Porém, muitos não reconhecem isso, pensam que é obrigação dos pais. Os pais têm a obrigação de prover alimento, roupa, educação e residência enquanto os filhos não podem conseguir isso por si mesmos. O que passar disso é graça. Seria muito bom que os filhos sustentados por seus pais
depois da maioridade, alguns até ajudados enquanto cursam uma faculdade, reconhecessem e expressassem uma gratidão especial pelo benefício recebido.

O coração grato de um filho agrada ao Senhor e traz grande alegria aos pais.

Fonrte: Fazendo Discípulos

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Com que propósito DEUS tirou os hebreus do Egito?

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Há algum empo atrás uma emissora de TV veiculou em forma de novela, a saída dos hebreus do Egito, e sua travessia do Mar Vermelho, isto após terem presenciado a chegada das “dez pragas” ao Egito.

Poucos, entretanto, têm conhecimento do objetivo de DEUS ao tirar os israelitas do Egito. Em Êxodo 29:46 DEUS revela qual Sua intenção ao tirar o povo do Egito: habitar no meio deles.

É interessante vermos, ao retrocedermos um pouco na história de Israel, como DEUS agiu de forma soberana e sobrenatural para que esse momento acontecesse…

Para chegar até aquele momento, algumas metas prescisavam ser atingidas a fim de que acontecesse o que DEUS pretendia.

DEUS queria um povo livre, que O adorasse, e esse povo teria que construir um santuário onde DEUS iria se manifestar; e este santuário seria construído tendo como material muito ouro, prata, pedras preciosas, e outros materiais específicos.

Agora, por um pouco, vamos avaliar as circunstâncias nas quais se encontravam os descendentes de Jacó (cujo nome foi mudado por DEUS para Israel):

  • Os israelitas eram escravos no Egito;
  • Estavam habitando entre um povo cuja cultura (egipcia) era idólatra e cujas divindades eram, muitas delas, híbridas (metade gente, metade animal). Logo, a terra onde habitavam era cheia de ídolos.
  • Eles não tinham nenhum líder que pudesse conduzí-los para fora daquele lugar;
  • Não tinham qualquer conhecimento sobre como construir um santuário nos padrões de DEUS.

Essas circunstâncias, aos olhos humanos, poderiam levar a pensar que o propósito de DEUS, de ter um povo livre para O servir, e um santuário onde se comunicar com esse povo, jamais se realizaria. Mas JEOVÁ DEUS É O DEUS DO IMPOSSÍVEL…

Inicialmente, DEUS precisava “formar um líder”. Para tanto, uniu um homem e uma mulher, cuja fé estava firme na promessa de DEUS de dar a Israel um libertador. Da união desse casal, DEUS gerou um filho – Moisés. Os pais de Moisés, a despeito da ordem de faraó de que todos os meninos que nascessem fossem lançados no Rio Nilo para serem devorados pelos crocodilos, esconderam o bebê recém-nascido por três meses. Posteriormente, a irmã de Moisés (Miriã) obedecendo à sua mãe, colocou-o, em um cesto de vime (preparado para flutuar) nas margens do Nilo, entre os juncos (ÊX. 2:1-4). Justo naquele dia e naquele momento, a filha de faraó foi ao rio para banhar-se, e encontrou o bebê que chorava e resolveu adotá-lo, criando-o como seu próprio filho. Entretanto, contratou como “Ama” a mãe do próprio bebê (sem sabê-lo). Moisés, portanto, foi criado como um príncipe do Egito. Claro que durante o tempo que esteve com sua mãe, esta lhe ensinou os princípios de DEUS (HB. 11:23-29). Vemos aqui que DEUS gerou, no ventre de uma mulher, alguém que pôde, mais tarde, ser constituído como líder para guiar o povo para fora daquela terra.

DEUS mesmo prepara Seus líderes!

Depois, através de Moisés, DEUS libertou com poderosa mão os hebreus da escravidão de faraó. Levou-os através do Mar Vermelho e do deserto até Seu monte santo – Horebe. Ali, DEUS lhes deu as tábuas da Lei. Ali DEUS fez com eles uma Aliança. Ali DEUS ordenou a construção de um tabernáculo tendo, anteriormente, lhes provido do material necessário para a sua construção (ouro e prata em abundância), material a eles dado pelos egípcios.

DEUS os alimentou no deserto, e também no deserto os capacitou a trabalhar em ouro, prata, pedras preciosas, bordados, etc. DEUS fez tudo, em todos, a fim de ter uma habitação entre eles.

Todos sabemos que, apesar de tudo isto, o povo acabou “perdendo o foco”, e se desviou do padrão Divino para suas vidas. Contudo, DEUS não mudou de ideia. ELE quer habitar entre os homens. Depois, muito tempo depois, o próprio DEUS abandona o templo e se faz homem (JO. 1:1-14). DEUS já não habita (como nunca habitou) em templos feitos pelos homens.

E hoje, DEUS ainda quer habitar entre nós (JO. 14:23), dentro de cada um de nós. A este habitar de DEUS no meio dos homens a Bíblia chama de IgrejaEF. 1:22,23; 1 TM. 3:15; HB. 3:6; 1 PE. 2:5; JO. 14:23

Claro que há muitos aspectos importantes a serem levados em conta em relação à Igreja…

A suma do que foi dito, entretanto, é que o desejo do coração de DEUS é habitar no homem que ELE criou. Esse desejo não mudou!

Contudo, para que tenhamos o habitar de DEUS conosco, temos que cumprir certo requisito – João 14:23.

É necessário, também, saber quais os riscos de não ter CRISTO governando a própria vida: Mateus 12:43-45.

Cuidemos! Que em nossa “casa”, tenhamos JESUS CRISTO governando como SENHOR SOBERANO, pois do contrário será o maligno quem estará governando sobre nós.