domingo, 18 de setembro de 2016

Quando as mães oferecem, sem saber, seus bebês a demônios

Resultado de imagem para sacrificio a moloqueBoi, boi, boi… Boi da cara preta… pega essa criança, que tem medo de careta…

Já ouviu essa “musiquinha de ninar inofensiva”? Então veja bem o que ela é…de verdade!

Existe uma divindade pagã de nome “Moloque” deus do fogo (também conhecido como Moloch, Milcon); é uma divindade pagã adorado por vários povos, entre esses destacam-se os amonitas. O culto a esta entidade é veementemente proibido na Bíblia Sagrada, vejamos:

Levítico 18:21 “Não oferecerás a Moloque nenhum dos teus filhos, fazendo-o passar pelo fogo; nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor.”
Levítico 20:2 “Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros peregrinos em Israel, que der de seus filhos a Moloque, certamente será morto; o povo da terra o apedrejará.”
1 Reis 11:7 “Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominação dos moabitas, sobre e monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, abominação dos amonitas.”
2 Reis 23:10 “Profanou a Tofete, que está no vale dos filhos de Hinom, para que ninguém fosse passar seu filho ou sua filha pelo fogo a Moloque.”
Jeremias 32:35 “Também edificaram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem passar seus filhos e suas filhas pelo fogo a Moloque; o que nunca lhes ordenei, nem me passou pela mente, que fizessem tal abominação, para fazerem pecar a Judá.”
Atos 7:43 “Antes carregastes o tabernáculo de Moloque e a estrela do deus Renfã, figuras que vós fizestes para adorá-las. Desterrar-vos-ei pois, para além da Babilônia.”

Compreendamos, também, que por trás de cada ídolo adorado, há sempre um demônio recebendo a adoração – 1 CO. 10:20.

Também por ser cultuado em algumas regiões do continente africano, o nome Moloque, Muleke – na língua africana quimbundo – se espalhou pelo Brasil sob influência de escravos originários de Angola, passando a ser escrito em português como Moleque, cuja palavra é designada a um menino ou criança que anda vadiando e fazendo diabruras pela rua; isso porque segundo alguns relatos, quando este espírito possui uma pessoa, faz com que esta se comporte de modo rebelde e travesso em busca de doces, guloseimas e brincadeiras violentas, semelhantes a um saci, muitas vezes classificado como Exu Mirim.
Os dicionários seculares sempre remetem a palavra Moleque para criança, menino, garoto, pequeno. Já o Dicionário Bíblico Universal remete a palavra moleque para Moloque. Algumas pessoas sem muito conhecimento de causa ou com más intensões tentam desqualificar ensinamentos como este, por isso afirmo que somente pelo Espírito Santo é possível discernir espíritos (ver 1 Cor. 12.10).
A estátua de Moloque era um corpo humano com a cabeça de boi e no ventre da estátua havia uma cavidade em que o fogo era aceso para consumir vivas as crianças que ali eram jogadas em oferenda a Moloque. A fumaça negra que subia da fornalha e deixava a cabeça da estátua preta, daí o também o nome “boi da cara preta”.
Embora horrendo e desumano o culto a esta entidade ganhou muitos adeptos no mundo antigo, especialmente nas culturas politeístas que veneravam, dentre outros, Baal e Astarote. Esses deuses eram companheiros um do outro e normalmente eram adorados juntos (Jz. 2.13, 3.7, 10.6; 1Sm. 7.3, 12.10) em um culto de orgias e promiscuidade sexual, diante de um altar onde havia um poste-ídolo (um tronco de árvore semelhante ao órgão sexual masculino); desses cultos sempre resultavam gestações indesejáveis e o destino dado a essas crianças era o sacrifício pelo fogo ao deus Moloque, que na verdade é o demônio Moleque.
Muitos servos do Deus Vivo, homenageiam esse demônio, sem querer e sem saber, ao chamarem suas crianças de Moleque ou ainda cantando “boi… boi… boi… boi da cara preta, pega essa criança que tem medo de careta…”
“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (Atos 17.30)