quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

“MENORES INFRATORES”

 

 

       Diariamente os noticiários reportam uma crescente onda de crimes e violência onde é cada vez mais frequente o envolvimento de menores – crianças e adolescentes.

       Quanto tal acontece, é muito comum que questionemes e nos indignemos, formulando comentários depreciativos contra o governo e contra nosso sistema legislativo e judiciário que deixam impunes e livres tais “menores infratores”.

       O fato, entretanto, é que o aumento da criminalidade entre os menores apenas expõe um problema ainda mais grava da sociedade brasileira: a desestrutura das famílias, o tipo de valores e princípios que estão sendo transmitidos a esses menores, aos filhos das famílias brasileiras.

       Embora triste, a realidade é que as pessoas têm buscado resolver os problemas sociais com soluções “paleativas” (temporárias) e sem eficácia.

       Criam-se ONGs, leis, órgãos governamentais, sistemas prisionais etc., mas nada disso surte o efeito esperado.

       Se fizermos uma analogia, o que a sociedade faz é como um agricultor que tem uma árvore produzindo frutos estragados, e tenta resolver essa questão fabricando caixotes para neles pôr os frutos estragados. Isso é uma insensatez!

       É preciso compreender que para que sejam produzidos frutos “bons”, é preciso ter uma “árvore boa”… Logo, o que precisa ser feito é a “substituição da árvore” que produz frutos estragados por uma que produza frutos saudáveis.

       A sociedade não encontra as respostas porque não quer buscá-las na fonte certa… A solução para o problema da sociedade não está em nada desse mundo. Não é um problema meramente físico ou mesmo psicológico. É um problema espiritual!

       O que está faltando pra as famílias dos criminosos, é a submissão ao governo de DEUS, à orientação contida nas páginas da Bíblia Sagrada – a Palavra de DEUS.

       Somente dessa forma poderão ver a vida de DEUS crescer e frutificar em seu seio (da família), transformando seus filhos não em criminosos e imorais, mas em verdadeiros filhos de DEUS, e, como tal, em pessoas produtivas na sociedade, em pleno exercício de sua cidadania.